Arquivo do mês: dezembro 2008

Máximas do Barão de Itararé-45

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PersOnal

personal

Br.F.C.-8

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Br.F.C.-7

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Br.F.C.-6

brfc-6

Políticos & Políticas-8

pp-8

Ronaldo, o gordômeno.

gordomeno

Moderniiinho!!!

entulho1

Br.F.C.-5

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Madonna, uma música(like a virgin)

madonna3

like a virgin

Br.F.C.-4

brfc-4

Políticos & Políticas-7

pp-7

Vamos a La Playa?

praia

Zumbi, a luta pela liberdade.

post1

  • 1655: Zumbi nasce livre em Palmares, Alagoas.
  • Por volta de 1662, é aprisionado por soldados portugueses. O padre jesuíta António Melo o batiza com o nome de Francisco.
  • 1670: aos quinze anos de idade foge e regressa a Palmares.
  • 1678: Pedro de Almeida, governador da capitania de Pernambuco, propôs ao chefe Ganga Zumba a paz e a alforria para todos os quilombolas de Palmares. Ganga Zumba aceita, mas Zumbi é contra, não admite que uns negros sejam libertos e outros continuem escravos. Além do mais eles tinham suas próprias Leis e Crenças e teriam que abrir mão de sua cultura.
  • 1680: Zumbi assume o lugar de Ganga Zumba em Palmares e comanda a resistência contra as tropas portuguesas. Ganga Zumba morre assassinado com veneno.
  • 1694: Domingos Jorge Velho comanda o ataque final contra a Cerca do Macaco, principal mocambo de Palmares e onde Zumbi nasceu, cercada com três paliçadas cada uma defendida por mais de 200 homens armados, após 94 anos de resistência, sucumbiu ao exército português, e embora ferido, Zumbi consegue fugir.
  • 1695, 20 de Novembro: Zumbi foi traído e denunciado por um antigo companheiro, ele é localizado, preso e degolado aos 40 anos de idade.

Br.F.C.-3

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Máximas do Barão de Itararé-44

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BR.F.C-2

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CurtosContos-9

super

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BR.F.C.-1

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Políticos & Políticas-6

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CurtosContos-8

anicete

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Salto Altíssimo

06-12-08

Rachel de Queiroz, uma poesia

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Rachel de Queiroz nasceu em Fortaleza-Ceará, em 17 de novembro de 1910 e faleceu no Rio de Janeiro em 4 de novembro de 2003. Foi eleita para a Academia Brasileira de Letras em 4 de agosto de 1977 e recebida em 4 de novembro de 1977 pelo acadêmico Adonias Filho.

Telha de Vidro

Por Rachel de Queiroz

Quando a moça da cidade chegou
veio morar na fazenda,
na casa velha…
Tão velha!
Quem fez aquela casa foi o bisavô…
Deram-lhe para dormir a camarinha,
uma alcova sem luzes, tão escura!
mergulhada na tristura
de sua treva e de sua única portinha…

A moça não disse nada,
mas mandou buscar na cidade
uma telha de vidro…
Queria que ficasse iluminada
sua camarinha sem claridade…

Agora,
o quarto onde ela mora
é o quarto mais alegre da fazenda,
tão claro que, ao meio dia, aparece uma
renda de arabesco de sol nos ladrilhos
vermelhos,
que — coitados — tão velhos
só hoje é que conhecem a luz do dia…
A luz branca e fria
também se mete às vezes pelo clarão
da telha milagrosa…
Ou alguma estrela audaciosa
careteia
no espelho onde a moça se penteia.

Que linda camarinha! Era tão feia!
— Você me disse um dia
que sua vida era toda escuridão
cinzenta,
fria,
sem um luar, sem um clarão…
Por que você não experimenta?
A moça foi tão bem sucedida…
Ponha uma telha de vidro em sua vida!

Políticos & Políticas-5

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Papai Noel Federal

03-12-08

Políticos & Políticas-4

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Mario Lago e a Mulher de Verdade

post7 Nunca vi fazer tanta exigência

Nem fazer o que você me faz
Você não sabe o que é consciência
Não vê que eu sou um pobre rapaz
 
Você só pensa em luxo e riqueza
Tudo o que você vê, você quer
Ai meu Deus que saudade da Amélia
Aquilo sim que era mulher
 
As vezes passava fome ao meu lado
E achava bonito não ter o que comer
E quando me via contrariado dizia
Meu filho o que se há de fazer
 
Amélia não tinha a menor vaidade
Amélia que era a mulher de verdade
 
Ataulfo Alves / Mário Lago, 1941